Frequently Asked Questions

ALEXANDRE PAVÃO IS AN INDEPENDENT, UNCONVENTIONAL FASHION LABEL WITH A STRONG CONCEPT, MAXIMALIST ELEMENTS AND A MIXTURE OF MATERIALS.

Trabalhar com materiais fora do comum sempre fez parte da rotina de Alexandre Pavão. Paulista de Marília, ele sempre sonhou em ser artista, mas mesmo enquanto cursava Desenho Industrial em Franca, no interior do estado, construía cadeiras, mesas e objetos de maneira diferente de seus iguais. Sua marca nasceu em 2006, enquanto ainda estava no Ensino Médio e tinha apenas um sonho. Na época, customizava camisetas, móveis e bolsas ao lado de sua mãe, mas foi só ao começar a estudar sobre calçados e acessórios que essa vontade começou a tomar forma.

Em 2010, criou sua primeira bolsa no ateliê de seu professor do curso técnico do SENAI. Trabalhou alguns anos para empresas de moda, sempre na área de acessórios. Em 2016, decidiu se dedicar apenas à sua marca homônima e lançou a coleção Not Just a Sackpack, que pavimentou os moldes do que sua etiqueta é hoje. No ano seguinte, criou o cinto que bombou das redes sociais ao look do dia da cantora Anitta. Em 2018, o bucket hat colorido adornado com mosquetão e cordas dominou o Carnaval de rua brasileiro – era difícil caminhar sem avistar pelo menos alguns modelos. 

As cordas e o mosquetão, então, viraram marca registrada e hoje fazem parte do DNA facilmente reconhecível de Alexandre Pavão. Seja nas nylon bags (outro hit das noites), nas bolsas de couro ou nas peças de roupa que, ocasionalmente, lança. É que o estilista, designer e artista não gosta de se prender em caixas. Não se diz apenas um designer de bolsas, pois sua arte pode ser replicada em todos os demais formatos que sua mente permite imaginar – de peças para casa à roupinha para cachorro. O céu é o limite.

Com drops exclusivos e coleções de peças feitas sob demanda – ou seja, artesanalmente depois que o pedido é feito –, Pavão dominou o jogo das redes sociais e, cada vez mais, capta o zeitgeist em seus lançamentos. Sua moda já foi vendida na em lojas e plataformas online no Brasil e em dois pontos internacionais, mas hoje, quem quiser ter uma peça da marca precisa ficar de olho nas redes sociais e no seu site, onde todos os drops são lançados – e esgotam em segundos. São peças para quem está de antenas bem ligadas.

AMOR AO PRÓXIMO.

No começo da pandemia de COVID-19, lançou o projeto social “Amor ao Próximo”, em que vende peças e reverte seu lucro para instituições carentes – de máscaras coloridas e moletons até bolsas de couro à preços módicos, o designer já doou 37 mil cestas básicas e 82 mil refeições ( dados de Maio 2024) para a população carente e pessoas em situação de rua em São Paulo.